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LIVRO "JESUS É O ÚNICO" - CAPÍTULO II

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JESUS, O ÚNICO NO PERDÃO

“O sangue de Jesus, seu Filho, 

nos purifica de todo pecado” – I João 1:7

 

 

Com um beijo Jesus foi traído. Os seus algozes o conduziram de forma brutal e desumana até o pátio do sumo sacerdote. Aquela noite seria horripilante e tenebrosa, horas de intenso sofrimento para aquele que se entregou em nosso lugar a fim de que alcançássemos a bênção mais gloriosa, a Salvação da nossa alma.         

Cercado por uma turba de gente enfurecida, Jesus foi exposto a todo tipo de vexame, zombaria e agressão.

Tomados de ódio alguns cuspiam em seu rosto, uns esmurravam-lhe, outros lhe davam bofetadas. Seu corpo ia ficando dolorido e quebrado, seu rosto cheio de hematomas.

O querido Jesus, que só havia feito o bem àquelas pessoas, recebia delas um tratamento cruel e desumano.

Quantos daqueles que o espancavam haviam sido abençoados através de suas mãos?          

Durante o seu profícuo ministério, leprosos foram limpos, paralíticos andaram, cegos enxergaram, mortos foram ressuscitados, possessos de espíritos malignos foram libertos, multidões foram alimentadas. Com certeza, entre aqueles homens que ali estavam, muitos foram  beneficiados pelo Senhor.  Mas, eles ainda não estavam satisfeitos, no coração daquela massa de gente havia um desejo ardente de sangue e morte e, no dia seguinte, respondendo a pergunta de Pilatos: "Que farei, então, deste a quem chamais o rei dos Judeus?" - Marcos 15:12.

Todos gritavam enfurecidos e enlouquecidos: "Crucifica-o!" – Marcos 15:13.

Diante de tamanhas injustiças, no entanto, Ele não abriu a sua boca. Ele, o Mestre por excelência, que pregou sermões extraordinários que tocaram os corações; que com suas amáveis palavras consolou os que choravam; que com sua voz cheia de autoridade repreendeu o vento e o mar na sua fúria, não dizia palavra alguma, aquietava-se num silêncio profundo, e como um cordeiro entregava-se por completo ao sacrifício.

Cumpria-se a profecia de Isaías:

"Ele foi oprimido e humilhado, mas não abriu a boca; como cordeiro foi levado ao matadouro; e, como ovelha, muda perante os seus tosquiadores, ele não abriu a sua boca" - Isaias 53:7.

Primeiro Ele sofreu nas mãos dos seus próprios irmãos, os judeus, agora, Ele deveria padecer nas mãos dos gentios. Nesse momento aqueles soldados romanos representavam toda a raça humana, eu e você, todos nós estávamos presentes àquele cenário de sangue, dor e horror, participando ativamente na crucificação do próprio Deus, em nosso lugar.

E Ele foi entregue àqueles que eram tidos como os carrascos mais impiedosos, cruéis e frios dentre todos os povos dominadores daquela época. E eles fizeram jus à fama, torturando e machucando profundamente o Senhor.

Eles fincaram em sua cabeça uma coroa de espinhos pontiagudos, e com um caniço bateram em sua cabeça. A violência das pancadas fez com que aqueles espinhos entrassem em sua fronte, furando e rasgando a pele, inundando de sangue a face de Jesus.

Nesta altura, diante de tamanha violência, o rosto do querido Mestre já estava totalmente inchado e desfigurado, sua fisionomia quase que irreconhecível, seu corpo totalmente fragilizado estava moído pela dor. Os açoites que lhe aplicaram acabaram de feri-lo por completo. Suas costas transformaram-se num monte de carne dilacerada, o sangue escorria até os pés, deixando um rastro de dor.

Cumpria-se mais uma das profecias de Isaías:

"Mas ele foi traspassado pelas nossas transgressões, e moído pelas nossas iniqüidades; o castigo que nos traz a paz estava sobre ele, e pelas suas pisaduras fomos sarados" - Isaias 53:5

Mas, o sofrimento não terminou aí. Restava ainda o caminho até o Calvário, e que longo caminho era aquele!

Ofensas eram dirigidas a Ele, muitos O xingavam com palavras horríveis, outros riam da sua miséria. Suas vestes rasgadas mostravam seu frágil corpo, expondo o querido Senhor diante de toda aquele gente insana.

O Calvário vai lentamente se aproximando, nesse horripilante caminho as forças lhe faltavam, e Ele desfalecido caiu por terra, o chicote soava impiedoso e fustigava o corpo do Senhor já tão ferido, a dor e a sede se misturavam como um tormento cruel. A impressão que se tem é que nesse momento todos os principados e potestades do inferno se manifestavam naquele caminho, dançando e cantando, vendo o próprio Deus em tamanha agonia.

Seu corpo foi deitado sobre o madeiro, e o martelo bateu forte nos pregos, que com violência, traspassaram a pele, a carne e os nervos dos pés e das mãos.

E aquela cruz foi levantada. O Senhor não foi crucificado em uma linda catedral, mas numa encruzilhada, onde gente de todas as vizinhanças de Jerusalém transitavam, ali Ele ficou exposto à vergonha, difamação e zombaria, diante de todos os que passavam.  

Mas, meu prezado leitor, apesar de todo esse horror que passou o querido Senhor, Ele ainda estava pronto a perdoar: "Pai, perdoa-lhes" - Lucas 23:34, essa foi a sua oração naquele momento, suplicando ao Pai por toda aquela gente enlouquecida.

E o perdão do Senhor foi demonstrado efetivamente e fortemente ali mesmo, naquele momento.

Jesus foi crucificado entre dois criminosos, ambos ouviram a oração de Jesus, intercedendo por aqueles que lhe haviam feito tanto mal. Que oportunidade maravilhosa têm estes dois homens. Nos últimos momentos da vida, eles poderiam sentir o alívio do perdão de seus pecados através do Senhor Jesus.

No entanto, um deles, tomado por um terrível sentimento de revolta, profere palavras duras de desafio e incredulidade contra Jesus: "Não és tu o Cristo? Salva-te a ti mesmo e a nós também" - Lucas 23:39.

Do outro lado, há o outro crucificado, mas, este, naqueles minutos finais da sua vida, resolve se abrigar no perdão oferecido pelo Senhor Jesus Cristo, e com coragem repreende o seu companheiro de morte por sua incredulidade:  "Nem ao menos temes a Deus, estando sob igual sentença?" - Lucas 23:40. E aquele malfeitor confessa os seus pecados, afirmando que o castigo que pesava sobre eles era merecido por causa de todos os seus erros:  "...nós na verdade com justiça, porque recebemos o castigo que os nossos atos merecem; mas este nenhum mal fez" - Lucas 23:41. E, pela fé, faz um pedido ao Senhor: "Jesus, lembra-te de mim quando entrares no teu reino!" - Lucas 23:42. Jesus, conhecendo profundamente a confissão sincera daquele homem, inunda-o com seu perdão e misericórdia e declara-lhe: "Em verdade te digo que hoje estarás comigo no paraíso" - Lucas 23:43.

É importante notar, que este criminoso não precisou do auxílio de penitências, batismos, boas obras, rezas por sua alma, nem de reencarnação para ser perdoado, ele precisou apenas e tão somente de Jesus Cristo.

Sem dúvida, o exemplo do perdão que Jesus concedeu a esse homem, se ergue como uma bandeira por toda a história da humanidade, sinalizando com muita clareza a única fórmula certa, eficaz e definitiva para  alcançarmos o perdão dos nossos pecados.

Precisamos ter em mente que cada um de nós carece desesperadamente desse perdão purificador que só Jesus Cristo tem para dar, pois, não há um homem bom ou justo sobre a face da Terra, todos nós, indistintamente, somos impuros, imperfeitos e falhos.

A Palavra de Deus com muita franqueza e clareza fala sobre esse pecado que habita em todos os homens:

"Como está escrito: Não há um justo, nem um sequer. Não há ninguém que entenda; Não há ninguém que busque a Deus... Porque todos pecaram e destituídos estão da glória de Deus" - Romanos 3:10-11,23.   

É muito comum ouvirmos por aí pessoas dizendo: “Eu não tenho pecado nenhum! Nunca matei, nem roubei, não fumo, não bebo, não minto, não jogo,  sou dedicado à minha família, bom vizinho, bom empregado, não falo mal da vida alheia, nunca adulterei, pago todas as minhas contas, sou honesto”.

No entanto, a Palavra nos adverte dizendo que qualquer homem que guardar todos os mandamentos à risca, e tropeçar em um só ponto, tornou-se culpado de todos:

"Porque qualquer que guardar toda a lei, e tropeçar em um só ponto, tornou-se culpado de todos"  - Tiago 2:10.

O Senhor Deus nos conhece profundamente, Ele sabe dessa tendência que temos de nos auto-justificarmos, então, em Sua Palavra, Ele revela que ao fazermos a afirmação que não temos pecado nenhum, estamos enganando a nós mesmos e a verdade não está em nós:

“Se dissermos que não temos pecado nenhum, a nós mesmos nos enganamos, e a verdade não está em nós” – I João 1:8.

O que precisamos é de uma sondagem honesta e transparente no íntimo do nosso ser, e então chegaremos à conclusão que somos pecadores!  

Certamente, uma sincera introspecção em nossa alma, nos levará a ver que todos os dias através de nossos pensamentos impuros, de nossas palavras maldosas, frívolas, maliciosas e torpes, de nossas atitudes que revelam ódio, rebeldia, violência, impaciência e ingratidão, de forma voluntária, ou involuntária, consciente, ou inconsciente, fazemos coisas que entristecem a Deus e ferem frontalmente a Sua lei. Mas, no meio de toda essa miséria e maldade que habita tão fortemente dentro de nós, para o nosso consolo e esperança, a Palavra esclarece que temos um advogado que está pronto a nos defender junto ao Pai, Jesus Cristo o justo:

“Filhinhos meus, estas coisas vos escrevo para que não pequeis. Se, todavia, alguém pecar, temos Advogado junto ao Pai, Jesus Cristo, o Justo; e ele é a propiciação pelos nossos pecados e não somente pelos nossos próprios, mas ainda pelos do mundo inteiro” – I João 2:1-2.

No Antigo Testamento, todas as vezes que o sacerdote  derramava sobre o altar do sacrifício o sangue de um cordeirinho então todos pecados da pessoa que oferecia aquele sacrifício ao Senhor eram perdoados, por isso mesmo João Batista proclamou que Jesus Cristo é o cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo, ou seja, o sangue de Jesus, derramado na cruz nos purifica e nos limpa de todo o pecado:

“O sangue de Jesus, seu Filho, nos purifica de todo pecado” – I João 1:7.

Talvez, nesse momento, pese sobre os seus ombros um pesado fardo de acusação, o diabo tem usado pessoas para apontar o dedo e lançar sobre a sua vida setas de opressão por causa dos seus erros e das suas imperfeições, saiba que em Cristo Jesus você pode se tornar hoje uma nova criatura, as coisas erradas que você fez, os pecados que cometeu, os caminhos tortuosos que você tem andando, tudo, mas tudo mesmo ficará para trás, e nEle, você será renovado.

Então, o que te impede?

Vá até Jesus agora, e com absoluta sinceridade e honestidade confesse a Ele os seus pecados, todos eles, não omita nada, não tente se esconder de Deus, e, pode ter certeza, que Ele perdoará todos os seus erros, e essa sentença maldita de morte que pesa terrivelmente sobre os seus ombros será removida e sua vida ficará limpa e tudo lhe será novo, completamente novo. Creia nisso!!!.

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