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LIVRO "REFÚGIO SEGURO" - CAPÍTULO I

LIVRO "REFÚGIO SEGURO" - CAPÍTULO I

 

UM REFÚGIO ENGANOSO

 

CHAMADO DINHEIRO:

Quantos por esse mundo afora estão sendo magnetizados pelo dinheiro, acreditando que   dinheiro é tudo na vida.

São muitos os que acham que as riquezas desse mundo proporcionarão segurança, felicidade, paz, prazer e realização pessoal, porisso mesmo, dia após dia, as pessoas sonham em ficar ricas, correm como loucas atrás do dinheiro, trabalham alucinadamente para acumular tesouros, jogam nas loterias procurando ficar milionárias, mas, paradoxalmente, as estatísticas revelam que o maior índice de suicídios em todo o mundo está justamente entre as classes mais abastadas da sociedade.

Você já parou para pensar por que isso acontece? 

Essas pessoas deveriam ser as mais felizes e realizadas da Terra, no entanto, não é bem isso que ocorre. Ao perceberem que todos os seus desejos já foram alcançados, e que nada conseguiu preencher-lhes a alma, então bate forte no coração a realidade de que tudo, absolutamente tudo deste mundo material não lhes pode garantir nada, nem lhes satisfazer plenamente, estão vivendo firmados sobre um monturo de areia, então eles se perdem completamente e a vida fica sem nenhum sentido.

Anos atrás suicidou‑se um riquíssimo empresário. Este magnata tinha o mundo aos seus pés. Conhecia dezenas de países,  hospedava‑se em hotéis de primeiríssima categoria, possuía carros importados, comia em restaurantes internacionais, vestia‑se com roupas das melhores grifes, tinha amigos famosos e influentes, gozava de prestígio e popularidade.

Aquilo sim era viver! Tudo o que ele desejava podia ter a qualquer hora e em qualquer lugar, num simples estalar dos dedos. Que maravilha, que vida feliz!   

Puro engano, aquele rico empresário vivia uma mentira. Em seu coração, havia uma tristeza cruel que batia forte e doía. Uma profunda angústia que ninguém podia ver, dominava‑lhe a alma.

Um dia, ele percebeu que nada do que ele possuía podia satisfazê‑lo, um enorme vazio tomava conta dos seus dias. Ele tentava se preencher com muito trabalho em suas empresas,  se reunia com pessoas, conversava, viajava, procurava de todas as formas se distrair, mas um desespero intenso o atormentava.

Diante daquele quadro, ele foi atrás dos médicos; fez tratamentos, tomou remédios, mas a cada novo dia, uma terrível e lenta agonia  grudava mais e mais em seu corpo. Sua montanha de dinheiro não lhe servia para nada, não lhe trazia um instante sequer de paz e felicidade.

Certa noite, num luxuoso quarto de hotel, abatido e desiludido, ele escreveu uma carta à sua família, nesta carta uma frase no meio de tantas, resumia bem o que se passava em seu coração: "...tenho tudo o que a vida pode oferecer e não encontro um instante sequer de felicidade, vou pôr fim à minha vida...", e  com uma arma, o rico empresário estourou a cabeça.

Como é triste e desesperador o fim daquele que tem sua esperança alicerçada nos valores materiais, achando que neles pode haver segurança, felicidade e solução para todos os seus problemas.

Jesus Cristo, nos alertou sobre a transitoriedade das coisas deste mundo e o perigo de se entesourar aqui na terra. Ele disse:

"Não acumuleis para vós outros tesouros sobre a terra, onde a traça e a ferrugem corroem e onde ladrões escavam e roubam; mas ajuntai para vós outros tesouros no céu, onde traça nem ferrugem corrói, e onde ladrões não escavam nem roubam; porque onde está o teu tesouro, aí estará também o teu coração. Por isso, vos digo: não andeis cuidadosos quanto à vossa vida, pelo que haveis de comer ou pelo que haveis de beber; nem quanto ao vosso corpo, pelo que haveis de vestir. Não é a vida mais do que o mantimento, e o corpo, mais do que a vestimenta? Olhai para as aves do céu, que não semeiam, nem segam, nem ajuntam em celeiros; e vosso Pai celestial as alimenta. Não tendes vós muito mais valor do que elas? E qual de vós poderá, com todos os seus cuidados, acrescentar um côvado à sua estatura? E, quanto ao vestuário, porque andais solícitos? Olhai para os lírios do campo, como eles crescem; não trabalham, nem fiam. E eu vos digo que nem mesmo Salomão, em toda a sua glória, se vestiu como qualquer deles. Pois, se Deus assim veste a erva do campo, que hoje existe e amanhã é lançada no forno, não vos vestirá muito mais a vós, homens de pequena fé? Não andeis, pois, inquietos, dizendo: Que comeremos ou que beberemos ou com que nos vestiremos?  Decerto, vosso Pai celestial bem sabe que necessitais de todas essas coisas; mas buscai primeiro o Reino de Deus, e a sua justiça, e todas essas coisas vos serão acrescentadas.” - Mateus 6:19-33.

O rei  Salomão foi um dos homens mais ricos que o mundo conheceu. Seu império era enorme e poderoso, suas riquezas incontáveis. Um dia, o grande rei de Israel descreveu suas propriedades, riquezas e tesouros. No livro de Eclesiastes, encontramos Salomão falando sobre tudo o que tinha,  como podia desfrutar a vida e o que aquilo representava. Ele escreveu assim:

"Empreendi grandes obras; edifiquei para mim casas; plantei para mim vinhas. Fiz jardins e pomares para mim, e nestes plantei árvores frutíferas de toda espécie. Fiz para mim açudes para regar com eles o bosque em que reverdeciam as árvores. Comprei servos e servas, e tive servos nascidos em casas; também possuí  bois e ovelhas, mais do que possuíram todos os que antes de mim viveram em Jerusalém. Amontoei também para mim prata e ouro, e tesouros de reis e de províncias. Engrandeci‑me e sobrepujei a todos os que viveram antes de mim em Jerusalém. Considerei todas as obras que fizeram as minhas mãos, como também o trabalho que eu, com fadigas, havia feito; e eis que tudo era vaidade e correr atrás do vento, e nenhum proveito havia debaixo do sol" ‑ Eclesiastes 2:4‑11

Para o sábio rei Salomão, todas as suas riquezas e tesouros não passavam de vaidade, ou seja, tudo aquilo que ele possuía era instável, de pouca duração. E é isto mesmo, tudo é vaidade, todos os valores que conquistamos nesta terra são transitórios, passageiros e ficarão aqui mesmo.

Não se iluda, deste mundo nada levaremos.

Pense comigo que diferença fará daqui a cem anos se você morou numa cinematográfica mansão ou numa pequena casa popular?

Se você tomava refeições em finos restaurantes ou comia uma simples marmitex?

Se você andava em carros importados ou num ônibus apinhado de gente?

Se você tinha título de doutor ou era um simples trabalhador braçal?

Se você pisava em tapetes persas ou num rústico piso de terra batida?

Se você comprava roupas em boutiques famosas ou em um humilde bazar beneficente?

Se tinha milhões em aplicações financeiras ou vivia com um salário mínimo por mês?

Que diferença isso tudo fará daqui a cem anos?

É tolo quem acha que o dinheiro é um refúgio seguro.

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